Tenta o homem, em busca insana,
Numa caminhada de virtudes nua,
Satisfazer a própria voz, que clama:
“Qual o sentido da existência tua?”
Vem no escuro. Vem só,
Tão veloz quanto o raio.
Lá no espaço, isso é pó
Não é mais que um ensaio.
A luz que chega do espaço
Pousa na terra.
Deixa no céu o seu traço.
Some na serra.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
A formiga e o ácaro
Finalmente a
senhora formiga conseguiu descansar e dormir em paz.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Entrevista com Eugénio de Andrade
Um dia estava a passar por uma esplanada quando vi Eugénio
de Andrade e perguntei-lhe se podia entrevistá-lo
pois tinha um trabalho para completar do meu curso de jornalista para a SIC.
Eugénio de Andrade aceitou, mas na condição
de não ser filmado e claro que concordei. Marcámos a data e a hora da
entrevista e ficou combinado para o dia sete
de Janeiro de 2021 às 16:00 h na minha
casa.
E como combinado no dia
sete de Janeiro de 2021 encontramo-nos na minha casa para a entrevista e num piscar de olhosa entrevista começou.
Eu: -Em que dia, ano e
localide nasceu?
Eu: -Cresceu em que
cidade?
Eugénio
de Andrade: -Cresci em Lisboa.
Eu: -Qual o seu estilo
de escrita, qual a sua obra preferida e em que ano a publicou?
Eugénio
de Andrade: -Na minha opinião a obra que se mais se destacou foi ”Ofício
de Paciência” de 1994
e o meu estilo de escrita engloba tanto a prosa como a poesia, no entanto tenho
mais poemas escritos e publicados do que textos e antologias.
Eu: -Qual foi a sua última obra e em que ano foi publicada
?
Eugénio
de Andrade: -A
último livro que publiquei foi “Os
Sulcos da Sede” em
2002.
No final da entrevista agradeci pela sua presença e desejei um bom ano.
No dia seguinte entreguei a minha entrevista por escrito ao meu professor e oficialmente fui considerado jornalista da SIC.
No dia seguinte entreguei a minha entrevista por escrito ao meu professor e oficialmente fui considerado jornalista da SIC.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Um dia bem passado na localidade onde moro
Numa quente tarde de Junho, estava em casa a jogar no meu
computador quando alguém tocou à campainha. Calço os meus chinelos e abro a
porta: eram dois dos meus amigos com os seus skates entre os braços e
convidaram-me para ir andar de skate com eles e claro que não recusei a oferta.
Subi as escadas, calçei os meus ténis e fui com eles.
O último local para onde fomos foi a igreja no Bairro do Pôr
do Sol onde há muitas flores em vasos, muitas escadas e plataformas onde nós
podíamos saltar à vontade e exercitar vários saltos e truques. Consegui saltar
três mas no último caí e esfolei o meu braço, mas não foi nada que o betadine
não resolvesse.
Antes de irmos andar de skate tínhamos de ir chamar outro
amigo. Chegamos à casa dele e batemos à
porta. Ele atenteu, e perguntamos-lhe se queria vir também connosco e ele
concordou; enquanto ele foi calçar-se eu
atei os meus ténis para quando andasse
no skate não cair, pois isso não é muito
bom nem nada agradável!
O primeiro sítio para onde fomos andar foi para as 7 escadas
no bairro dos píca-paus. As paredes estavam pintadas com desenhos de skate e
muito mais,ou seja,grafitis. Eu tentei saltá--las mas não consegui pois ainda
não tinha coragem para isso, mas um dos meus amigos conseguiu porque anda
melhor do que eu.
No fim de tudo foi uma tarde bem passada na minha cidade que
irei sempre relembrar e foi ainda melhor
por ter estado na companhia dos meus amigos skaters!
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